Somos membros dos BRICS, Mercosul e outras alianças que abrange duvidosas parcerias. O fato do Brasil ser monitorado, espionado e vigiado é uma questão de competitividade imposta pelo meio de vida que levamos aqui ou em qualquer parte do mundo.
Descobrir que parceiros, aliados e vizinhos nos espionam, seria ingenuidade acreditar que isso não ocorre nas embaixadas pelo mundo.
O Brasil possui sua inteligência e suas ações cibernéticas para com outros países e até para com nós mesmos. Os serviços de inteligência pelo mundo nunca dormem, e é justamente os serviços de inteligência que podem propiciar nossa competitividade, domínio e transformar a economia que somos atualmente.
O desafio de outras pátrias é a de sobreviver e perdurar. Nossas riquezas, temos de defende-las e transforma-las no desenvolvimento do Brasil.
Não temos que ficar pedindo que se desculpem por nos espionarem, temos de agir com nossa contra-inteligência e retribuir a visita. O Brasil possui profissionais de TI, que não ficam devendo nada a qualquer país do mundo.
Temos um dos maiores recursos tecnológicos do mundo e temos de evoluir nossas estruturas, recursos e investir na inteligência estratégica do país.
Para os projetos estratégicos, precisamos criar protocolos de procedimentos para tratar de assuntos delicados, em salas de segurança, utilizando soluções que não tenha nenhum vinculo com portas de comunicação.
Tudo que envolva energia, telecomunicações, espaço e defesa, deve avançar na sua tratativa com protocolos avançados e de condução rigorosa e o mais limitado possível.
Autoridades de segurança devem rever todos os procedimentos estratégicos do Brasil.
Não vamos reclamar, vamos agir.

