segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Semicondutores & Chips no Brasil




Toda grande potencia, possui mais do que prédios tocando o céu, possui Doutores, Prêmios Nobel e principalmente a capacidade de produzir alta tecnologia no setor de semicondutores. Este setor, pouco explorado no Brasil e com a falecida lei de informática, que só promoveu o O&M e nada de pesquisa efetiva, que promovesse o real desenvolvimento do Brasil.

Na década de 80, o Serpro chegou muito perto de montar uma fabrica no Brasil com a japonesa Fujitsu, mas a política, para variar, jogou um belo projeto no lixo.

Possivelmente, em pleno século 21, estaríamos em outro patamar tecnológico. Estamos desviando o foco para software, enquanto o menor overhead e a maior confiabilidade esta no hardware.

Eike Batista, vendeu sua parte da recém criada SIX, criada com dinheiro do BNDES, IBM, OGX e etc...
Para conduzir um projeto desta magnitude, temos de envolver troca de tecnologia, ou até mesmo preservar riquezas naturais que possuímos como base de troca de tecnologia ao invés de vende-la como commodite. O niobium pode ser uma boa moeda de troca, nossa agricultura, já que, nenhum cientista com seu "Prêmio Nobel" fica de pé sem comida e por que não até o aço, ouro e etc em troca.


Se queremos parar de pedir o penico para cada país que possui alta tecnologia, temos de inverter o jogo e fazer eles negociarem melhor o seu conhecimento, para obter nossa matéria prima, fundamental para produção de seus condutores. O Brasil possui a tabela periódica em seu solo e aproveita muito pouco disso.

Não vou nem falar do potencial que temos acima do solo, com uma vasta industria natural de medicamentos, chamada Amazônia.

"Pátria amada Brasil"