A situação piorou com relatos e acidentes ocorridos com o B737-MAX.
Segue matéria pertinente as mensagens de alerta quanto aos riscos do B-737 MAX: https://www.aeroin.net/boeing-divulga-novas-mensagens-muito-perturbadoras-sobre-o-max-para-a-faa/
segunda-feira, 30 de dezembro de 2019
sexta-feira, 8 de novembro de 2019
terça-feira, 9 de julho de 2019
Uma nova Orbita esta acontecendo neste exato momento!
Volta ao mundo pelos Pólos do Planeta em um Gulfstream G650ER.
Acompanhe também em: http://onemoreorbit.com/
Live Stream: https://www.youtube.com/channel/UC5QkzQGLF0r88u5KaH8DVJg/live
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sábado, 6 de abril de 2019
software x aviação ( 737 MAX )
Na maioria dos acidentes, é muito difícil o problema ser em uma aeronave. Em boa parte dos acidentes, os registros apontam em sua maioria a falha humana.
Porém, quando se observa que o problema dos 2 ultimos acidentes do B-737 MAX não foge a regra, afinal quem escreve os programas são programadores com suas "falhas humanas".
Na na produção de softwares, as fábricas desta industria, apresenta níveis de capacitação denominados CMMi (Capability Maturity Model Integration) que vai do CMMi 1 ao CMMi 5. Essa capacitação para que todos entendam, significa que se você desenvolve o software e se enquadra ao nível 1 onde as metodologias e processos são os praticados em todo mundo.
Já os níveis superiores, segue todo um critério de auditoria e processos bem mais exigentes que reduz o percentual de falhas. O nível 5 por sua vez é o mais confiável e utilizado por industrias sensíveis como aviação, espacial e bélica.
Mesmo assim, o nível 5 audita a linha por linha do software programado. Isso garante um melhor funcionamento, porém, com todo esse cuidado ele apresenta uma margem de erro de até 5%.
O problema não é na fabricação do avião e sim de seu software. O 737 MAX é só o hardware e pode ser corrigido.
domingo, 10 de março de 2019
Patentes - Temos de fazer algo urgente.
O mercado de patentes no Brasil é inerte e vergonhoso. Temos
de ampliar e criar centros de captação de processos de patente, integrar esses
centros e linkar com os centros de patentes dos Estados Unidos.
Promovendo esse tipo de parceria, passaremos a ver nossas
empresas investindo em P&D e engordando seus caixas como ocorre no resto do
mundo, onde empresas vivem com o retorno de suas patentes.
No Brasil, temos gênios espalhados pelo território nacional
e seus projetos ficam nas gavetas por falta de apoio e condição de
desenvolvimento e proteção de suas ideias. Um grande exemplo no Brasil foi o
inventor do BINA. Esse nunca viu seus direitos protegidos ou se quer recebeu
das empresas telefônicas nenhum centavo de sua genial criação que era ver o
número de quem estava ligando para você. Hoje esta facilidade existe mundo a
fora por conta desse gênio que das terras tupiniquins que nunca teve apoio para
proteger sua genialidade.
É preciso motivar, apoiar e proteger nossos
inventores/gênios espalhados por esse enorme Brasil.
terça-feira, 5 de março de 2019
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