sábado, 6 de abril de 2019
software x aviação ( 737 MAX )
Na maioria dos acidentes, é muito difícil o problema ser em uma aeronave. Em boa parte dos acidentes, os registros apontam em sua maioria a falha humana.
Porém, quando se observa que o problema dos 2 ultimos acidentes do B-737 MAX não foge a regra, afinal quem escreve os programas são programadores com suas "falhas humanas".
Na na produção de softwares, as fábricas desta industria, apresenta níveis de capacitação denominados CMMi (Capability Maturity Model Integration) que vai do CMMi 1 ao CMMi 5. Essa capacitação para que todos entendam, significa que se você desenvolve o software e se enquadra ao nível 1 onde as metodologias e processos são os praticados em todo mundo.
Já os níveis superiores, segue todo um critério de auditoria e processos bem mais exigentes que reduz o percentual de falhas. O nível 5 por sua vez é o mais confiável e utilizado por industrias sensíveis como aviação, espacial e bélica.
Mesmo assim, o nível 5 audita a linha por linha do software programado. Isso garante um melhor funcionamento, porém, com todo esse cuidado ele apresenta uma margem de erro de até 5%.
O problema não é na fabricação do avião e sim de seu software. O 737 MAX é só o hardware e pode ser corrigido.
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