Segundo a publicação da Folha de São Paulo, a fabricante Dassault reduziu o preço final dos caças Rafale de US$ 8,2 bilhões (R$ 15,1 bilhões) para US$ 6,2 bilhões (R$ 11,4 bilhões) depois de uma revisão concluída no sábado (30), quando Jobim passou por Paris na volta de uma viagem a Israel. Mesmo com a redução, diz o jornal, a proposta francesa ainda tem valor maior qua a das concorrentes (US$ 4,5 bilhões da sueca Saab e US$ 5,7 bilhões da americana Boeing).
Foto: Rafale
Tudo indica que será mesmo o Rafale, porém precisamos priorizar o que realmente é melhor para o Brasil. Certamente a comissão da FAB para o projeto FX-2 é quem sabe avaliar o melhor para o País.
Pelo jeito a contribuição política da França é fortissima e os USA estão incrivelmente dormindo no ponto. Não vou julgar os Suecos, já que os países Europeus, como França e Suécia normalmente possuem uma otima relação com o Brasil.
Particularmente, apesar do Rafale ser tecnicamente de uma geração superior, seria melhor para o Brasil adquirir os F-18 Super Hornet, pelo volume de aeronaves deste modelo existentes no mercado mundial e o unico que possui resultados efetivos em combates.
Particularmente, apesar do Rafale ser tecnicamente de uma geração superior, seria melhor para o Brasil adquirir os F-18 Super Hornet, pelo volume de aeronaves deste modelo existentes no mercado mundial e o unico que possui resultados efetivos em combates.
Certamente o custo de manutenção e a modernização deste modelo pode se tornar uma realidade, como foi para os F-5 da FAB, que surpreendeu analistas com seu desempenho após sua modernização e testes em combates simulados.
Se eu fosse a Boeing, ofereceria um pacote extra de aeronaves ou de peças pelo valor da atual proposta. Certamente é melhor ter 50 aeronaves do que 36.
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