terça-feira, 3 de agosto de 2010
FX -2 Rafale: escolha política
Tudo indica que o Ministro Jobim vai anunciar oficialmente a escolha do Rafale como o caça de combate para a Força Aérea Brasileira. Certamente um erro estratégico por contrariar os quesitos técnicos apresentados pela FAB.
Certamente vamos acompanhar o andamento desse processo, daqui alguns anos e torcer para que tudo de certo.
Afinal 36 aeronaves para defender nosso País continental, é muito pouco. Não podemos esquecer que em breve os Mirages se aposentam.
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Está chegando a nova Rainha do Hangar. Afinal de contas, o preço da manutenção e hora de vôo do Rafale são tão caros que o avião vai sair muito pouco do hangar.
ResponderExcluirTudo em nome de uma aliança política com os franceses que já sacanearam algumas vezes com a Diplomacia Brasileira (barreiras agrícolas da UE, sanções ao Irã...).
Sem falar que vamos ajudar a fabricante Dassault, que é concorrente direta da nossa Embraer.
Tudo por um avião que não é o predileto das empresa aeronáuticas brasileiras e nem da FAB.
Para mim, tem alguns bolsos que vão se forrar de dinheiro ao comprar este aparelho.
Caro Anônimo,
ResponderExcluirCertamente essa compra é questionável contra o relatório da FAB, que orienta para os Suecos, no caso o Gripen NG.
Certamente o F-18 seria a melhor aquisição para o Brasil. (ver comentários sobre o F-18 na publicação anterior).
Saudações.