05/11/2008 - HISTORY - 04/11/2008 - 11:00 pm
SU-30, RAFALE oponentes do Raptor com mísseis T (disponível em 2010 com o discurso: atira e esquece) e simularam 5 x F-22 contra uma combinação de uns 20 aeronaves RAFALE / SU-30, colocaram também um esquadrão de bombardeiros B-1R com mísseis AIE para cobertura.
Os F-22 - Raptors lançam mísseis (curto alcance teleguiados) restantes do combate anterior (contra MIGs 29) para distrair o inimigo. Com algumas aeronaves atingidas o inimigo dispersa da formação e os B-1Rs, utilizando mísseis de alta freqüência iniciam o ataque contra os RAFALES e SU-30 que apresenta sua formação desorientada e sem saber de onde vem o ataque, deixando cada um por si. Sobram alguns Rafale’s que utilizam mísseis contra os B-1R, atingindo alguns que fogem a mais de 2.5 mach e os Raptors agora a vista do inimigo se enfrentam.
Na batalha sobram 4 x F-22 contra 5 x Rafales (estão dando respeito a esta aeronave por ela ter um design que esta sendo estudado) e 1 x 1 sendo que os comandos do raptor, monitoram o inimigo e dependendo do movimento inimigo, o sistema do F-22 reage de forma defensiva, e agora valorizam o empuxo vetorial com correção automática do nariz da aeronave em posição favorável de ataque girando em pequenos círculos mantendo a velocidade e colocando ele em posição favorável de ataque.
Um segundo Rafale vem dar apoio e lança míssil contra o F-22, que utiliza manobra defensiva e perde posição de ataque, com isso o F-22 solicita seu dupla apoio e com isso preparam formação de contra-ataque pressionando o jato inimigo buscar novamente o F-22 utilizando mísseis SIDE WINDER (Raytheon) e derruba um Rafale. O 2º F-22 garante uma manobra que recebe um nome russo que permite o F-22 se posicionar atrás do Rafale que passa batido pelo F-22, em seguida o F-22 se posiciona e atinge o Rafale. Os jatos seguintes fogem.
Agora 4 x F-22 e também algumas aeronaves F-35 Lighting II e sem velocidade Super-cruzeiro e empuxo vetorial, simulam ataque a um pais com enriquecimento de urânio com forte defesa antiaérea. Claramente informado que os F-35 vieram como o substituto dosF-14, F-16 e F-18 capazes de uma disputa mais acirrada, uma vez que demonstra algumas características do F-22. Destacam no F-35 é o super-radar dando ótima noção geral e instantânea dos alvos.
Os F-22 passam pelas brechas das redes de radar, a frente do batalhão segue os aviões não tripulados (REAPER) para enganar o inimigo. O REAPER inicia o reconhecimento em território inimigo e ativa os sistemas de defesa inimigo, que lançam SAMS que derrubam o REAPER, provocando a ação imediata dos LIGHTING II, que entram em ação para atacar os SAM’s e os radares de defesa.
Os F-35 formam corredor de defesa para os Bombardeiros Stealth e o inimigo envia MIGs-35 para contra-ataque. Os F-35 partem para a batalha mas os MIGs detectam os 2 x bombardeiros a caminho. Os F-35 evitam o after burn para não identificar posição (batalha noturna).
Novamente os F-35 liberam seus mísseis contra os MIGs e eles utilizam táticas de fuga dos mísseis e 3 Migs foram atingidos, assim os F-35 monitoram os alvos e um dos F-35 apresenta problema na porta do míssil que trava e tira a proteção Stealth da aeronave e resta ao piloto, abusar da tecnologia embargada utilizando o capacete HMD que proporciona 360º do que esta acontecendo e com visão noturna.
Ressaltam que o piloto pouco utilizara o painel das aeronaves do futuro. O F-35 com problema foge da formação e com isso um MIG lança míssil, que ativa o sistema de fuga F-35 que confunde o sistema de radar do míssil.
O piloto do F-35 transfere o comando de mísseis para o HMD para posicionar o avião na melhor posição, quando um MIG 35 lança um Archer de curto alcance contra o F-35 e solta fogos de defesa, mas o F-35 percebe que um SAM também vem em sua direção. O F-35 com seu computador passa informações e o Archer passa a enxergar o SAM como o inimigo atingindo-o e deixando o F-35 livre para fuga! Onde estamos? Essas simulações visualizam como vamos estar nos próximos 20 anos.
Surge um 767 com um raio laser que atinge uma aeronave inimiga a 1000 km de distancia, utilizando os estudos do sistema star wars (tentado no Governo Reagan) para abater mísseis nucleares. A previsão de teste de sucesso deste avião vai ser em 2009.
A idéia é que seja uma arma multi-plataforma. Com isso os SU-30 são literalmente vaporizados com as coordenadas passadas pelos F-22 que estavam em combate frontal com os SU-30.
Esse sistema de laser vai mudar toda guerra. Falaram algo interessante sobre essa tecnologia, que o laser não é detectável. (Lembrei da base de Alcântara, não sei por que).
Aparece então os SU-47 (5ª geração fora dos USA) que preocupa os americanos que apresenta técnicas de contra-ataque de 5ª geração. Eles também estão focados em ampliar as técnicas para os pilotos americanos no combate 5ª geração ar – ar com a presença de canhões nos F-22 prevendo combate direto.
Mostrou também que quando o piloto localiza acima dele um avião inimigo ele vira de dorso para que o sistema de defesa do F-22 o apóie e posicione o avião da melhor maneira. Pelo jeito os sensores estão na parte inferior do Raptor.
Outra coisa é que radares de baixa freqüência são capazes de detectar aviões com tecnologia Stealth. Mostraram um Stealth abatido, provavelmente no oriente médio!
Agora simulam ataques de mísseis em satélites e um míssil denominado Kamikaze ataca os satélites e os americanos abrem sua dependência dos sistemas por satélites.
Falam que lasers vindos da terra que podem queimar os satélites, danificando ou até eliminando os satélites.
Para isso estão estudando os X-51 (ScramJet) ou o SR-71 dando volta ao mundo em 3 horas para vôos na estratosfera utilizando apenas lasers como armamento.
Toda essa matéria é uma visão de como seria uma 3ª guerra mundial, apresentado no programa Combate Aéreo do History Channel no dia 04/11/2008 as 11:00 hs.
Finalizam dizendo que Piloto é sempre Piloto e são fundamentais e adaptáveis a novas tecnologias.
Bela matéria.
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